Posted 2 years ago

(D)o alto

É sobre a imagem da multiplicidade de planos direcionais da paisagem da cidade que se desenvolve a ideia para o céu de Belo Horizonte. Uma ideia que se pauta em modificar um plano pouco explorado, a partir da imagem que os dirigíveis geram no (para o espectador) e do (para o usuário) panorama urbano.

É, ao mesmo tempo, um alerta em dois sentidos. Em primeiro, à necessidade do habitante do espaço urbano de observar a cidade como um todo, em todos os seus patamares, novos níveis construídos e elevados pelo homem através dos grandes prédios, e em todos os seus planos de visadas – como ver a Serra do Curral a partir do começo da Avenida Afonso Pena, ou todo o complexo da Pampulha a partir da barragem. Olhar para baixo e ver o tecido urbano lá de cima; olhar para o alto, e alcançar o estrato máximo dos núcleos da cidade.

Em segundo lugar, é o alerta no sentido da mobilidade no ambiente urbano, que vem sendo um problema em nossos tempos. É uma dificuldade que vem tentando ser sanada por soluções de curta duração – ampliações de vias arteriais, criação de alças, viadutos, trincheiras; obras e caos no tráfego de toda Belo Horizonte.

Um sistema de transportes por dirigíveis vem utilizar o estrato aéreo da cidade, um espaço que lhe pertence e do qual se tira tão pouco proveito. Vem, mais que isso, aproveitar espaços residuais, ou com grandes áreas livres, em prol de sua própria existência. Os pontos de paradas das linhas propostas correspondem, entre outros, a terrenos vizinhos a aeroportos –Confins e Pampulha –, heliportos existentes – Cidade Administrativa do Estado –, topos de edifícios, ou estruturas agregadas a esses – regiões da Savassi e Belvedere –, parques e espaços gramados – Jardim Zoológico, Parque do Betânia –, terrenos próximos a linhas de metrô – Horto, Venda Nova. Agrega, ainda, relações com a Região Metropolitana e com os núcleos históricos de Minas Gerais, tornando-se um meio alternativo de transporte de trabalho e de turismo, respectivamente.

(texto para trabalho “uma ideia para o ceu de bh” escolhido para a exposição “Escola de Arquitetura 80 anos: lembranças do passado, visão do futuro”)

Posted 2 years ago

então, sobre o concurso que eu e meu amigo, márcio gabrich participamos.

ganhamos o terceiro lugar com o projeto “uma ideia para o céu de bh”, que é uma proposta de um sistema de dirigíveis para a cidade.

está em exposição no palácio das artes até o começo de maio.

acima, algumas fotos que tiramos e estão expostas, além de montagens.

Posted 2 years ago

simples síntese sobre séculos.

Posted 2 years ago

quem foi que falou que tendas não são arquitetônicas?

Posted 2 years ago

top 10 reasons why you should date an architect.

emilyunrelated:

by Iris

1. All night long, all night strong.

2. We are damn good with our hands.

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5. Use to doing things over and over again.

6. Finishing early never happens.

7. We know the true meaning of interpretation.

8. Creative positioning.

9. Work well in groups.

10. Entry and passage are always exciting.

Posted 2 years ago

todo estudante de arquitetura deveria ler “uma nova agenda para a arquitetura” e descobrir que não sabe nada.

Posted 2 years ago

essas são montagens realizadas pelo meu amigo márcio e editadas em photoshop por mim, para um concurso da escola de arquitetura da ufmg. a proposta consiste em um sistema de dirigíveis para belo horizonte.

foram utilizadas imagens do street view em combinação com o projeto “manned cloud” do arquiteto massaud.

Posted 2 years ago

eu sumo

eu volto 

eu sumo

eu volto 

em dia de carnaval com chuva

debaixo das cobertas

feliz com meus seriados.

Posted 2 years ago
Posted 2 years ago

o brasil tem 5565 municípios e só minas já tem 853 deles (roraima tem 15).

e, será que dá pra guardar de uma vez por todas, cabeça? são 27 unidades federativas.